Entretenimento | 5 min
456 jogadores. 45,6 mil milhões de wons. 6 dias. 1 único sobrevivente. Desde a sua estreia, Squid Game fascinou o mundo inteiro com o seu conceito tão simples quanto cruel. Mas para além da violência, é um estudo de caracteres. Em quem nos tornamos quando a morte está em jogo? És o cérebro que calcula tudo? O coração que ainda tem esperança? Ou o lobo solitário que só conta consigo mesmo?
Análise: Porque é que somos fascinados por Squid Game? O espelho do capitalismo moderno Se Squid Game teve um sucesso planetário instantâneo, não é apenas pela sua violência estilizada ou pelos seus cenários em cores pastel perturbantes. É porque a série toca onde dói. O criador Hwang Dong-hyuk concebeu uma alegoria brutal da competição social extrema na Coreia do Sul, mas que ressoa universalmente. Na série, os jogadores não são fisicamente forçados a jogar. Regressam por vontade própria. Porquê? Porque o inferno da dívida e da precariedade no "mundo real" é pior do que o risco de morte no jogo. Esta ideia aterradora de que a liberdade económica é uma ilusão para os mais desfavorecidos é o coração pulsante da obra. A psicologia das cores Reparaste na omnipresença do Rosa (os guardas) e do Verde (os jogadores)? São cores opostas no círculo cromático, simbolizando o conflito total. Mas o verde dos fatos de treino é também o das fardas escolares coreanas dos anos 70/80, evocando a infância perdida. A arquitetura das escadarias, inspirada na obra "Relativity" de Escher, desorienta os jogadores e simboliza a ausência de saída. Tudo é feito para infantilizar os participantes (jogos de crianças, cenários de recreio) de forma a derrubar as suas barreiras morais de adultos. Os 4 Arquétipos da Sobrevivência Este teste de personalidade baseia-se na teoria dos jogos e nas dinâmicas de grupo observadas em psicologia social. Numa situação de crise extrema, quatro grandes perfis emergem geralmente: O Pragmático (Sang-woo): Encarna a racionalidade levada ao extremo. Compreende que num jogo de soma zero, a cooperação é apenas uma estratégia temporária. É o produto do elitismo meritocrático. O Emocional (Gi-hun): Representa a esperança. Apesar dos seus defeitos, recusa ver os outros como objetos. A sua vitória sugere que a empatia continua a ser uma força adaptativa, mesmo num ambiente hostil. O Resiliente (Sae-byeok): É a figura do sobrevivente traumatizado. A sua desconfiança n...
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