Entretenimento | 5 min
Olá Barbie! (E olá Ken!) Bem-vindo(a) a Barbieland , o lugar onde todos os problemas foram resolvidos. Aqui, cada dia é o melhor dia de todos os tempos. Mas desde a estreia do filme evento de Greta Gerwig, a fronteira entre o nosso mundo cor-de-rosa e o "Mundo Real" se fissurou. Você é a Barbie Estereotipada em plena crise existencial? A Barbie Estranha que conhece os segredos do universo? Um Ken leal que busca sua identidade? Ou Gloria , a humana resiliente?
Além do Rosa: Por que Barbie nos toca tanto? Uma crise existencial de plástico O personagem de Ken desencadeou uma conversa mundial sobre masculinidade. Durante muito tempo definido apenas como "o acessório da Barbie" ("He's just Ken"), ele atravessa uma crise de identidade que o leva a abraçar uma visão tóxica do patriarcado (os cavalos e os casacos de pele) antes de compreender que o seu valor não depende do olhar dos outros. O que poderia ter sido apenas uma imensa publicidade de brinquedos tornou-se, graças à realizadora Greta Gerwig, uma reflexão filosófica profunda. O filme Barbie utiliza o arquétipo da boneca perfeita para explorar temas universais: o medo da morte, a busca de identidade, a complexidade das relações mãe-filha e, claro, o patriarcado. Quando a Barbie Estereotipada pergunta de repente "Vocês às vezes pensam na morte?" no meio de uma festa disco, ela quebra a quarta parede da nossa própria negação. Ela nos lembra que por trás de cada imagem perfeita (no Instagram ou em outro lugar) se esconde uma humanidade vulnerável que procura o seu lugar. O Fenômeno "Kenough" A Psicologia das cores A Barbie Estranha, com suas cores caóticas e seu cabelo cortado, representa a parte de nós que foi "danificada" pela vida, mas que tirou disso uma sabedoria única. Ela é a prova de que nossas cicatrizes fazem parte da nossa beleza. Conclusão: Ser humano é complicado (e é bonito) "I am Kenough" (Eu sou suficiente) tornou-se um mantra poderoso de autoaceitação, lembrando aos homens (e a todos) que não precisam dominar para existir. O filme é uma orgia visual de rosa, mas essa escolha não é por acaso. O "Barbie Pink" é uma cor que historicamente foi infantilizada. Ao reapropriar-se dela com orgulho, o filme celebra uma "hiperfeminilidade" que não é sinônimo de fraqueza ou estupidez. No final, a escolha da Barbie de se tornar humana – com tudo o que isso implica de desordem, envelhecimento e emoções difíceis – é a mensagem definitiva. A perfeição do plástico é ente...
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