Entretenimento | 5 min
Bem-vindo a Nova Iorque. Há mais de 25 anos, quatro mulheres solteiras entraram nas nossas salas de estar para mudar para sempre a nossa visão da amizade, da moda e do sexo. Sex and the City não era apenas uma série, era uma revolução cultural. Na selva de Manhattan, cada mulher tem de escolher as suas armas. És guiada pela paixão e pelas palavras como a Carrie ? Pela ambição e pela razão como a Miranda ? Pelo otimismo e pela tradição como a Charlotte ? Ou pela liberdade absoluta e pelo prazer como a Samantha ? Hoje, enquanto o legado da série perdura, é hora de fazer a pergunta definitiva: se tivesses de pedir um cocktail no Cosmopolitan, quem serias realmente?
O Legado de Sex and the City: Porque ainda adoramos? A Revolução do "Celibato Feliz" O Efeito Moda Impossível falar de SATC sem mencionar Patricia Field, a estilista da série. Ela transformou a moda num quinto personagem. O tutu da Carrie, o colar "Carrie", os Manolo Blahnik... A série democratizou a alta-costura e ensinou toda uma geração a ousar a mistura de géneros (vintage e luxo). Os 4 Arquétipos Femininos Modernos Antes de 1998, as mulheres solteiras com mais de 30 anos na televisão eram frequentemente retratadas como desesperadas ou incompletas. Sex and the City quebrou esse tabu com a força de um salto alto a partir um vidro. Pela primeira vez, víamos mulheres independentes financeiramente, realizadas sexualmente, e para quem o casamento não era o único objetivo da existência. A série colocou uma hipótese radical para a época: e se a amizade feminina fosse a verdadeira história de amor de uma vida? Os homens passam (Mr. Big, Aidan, Steve, Smith), mas o quarteto mantém-se unido perante a adversidade, as ruturas, a doença e o envelhecimento. Ainda hoje, a estética "New York Chic" influencia as tendências do TikTok e do Instagram, provando que o estilo de Carrie Bradshaw é intemporal. De 1998 a 2024: A Evolução do Dating A genialidade da série reside nos seus quatro arquétipos, que cobrem quase todo o espectro da psique feminina moderna. É por isso que este teste de personalidade funciona tão bem: todas temos uma parte de cada uma delas. Na época da série, o Tinder e o Bumble não existiam. Conhecíamo-nos em bares, galerias de arte ou por acaso na rua. A Carrie escrevia as suas crónicas num MacBook grosso como um tijolo e esperava que o atendedor de chamadas piscasse. No entanto, as questões colocadas pela série continuam incrivelmente atuais: o "Ghosting" (o Post-it do Berger!), o medo do compromisso, a diferença de idades, o equilíbrio vida profissional/vida pessoal. A tecnologia mudou, mas a complexidade do coração humano permanece a mesma. É isso que torn...
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