Entretenimento | 5 min
A Morte é apenas o começo... mais uma vez. Após o sucesso fenomenal de Hades , a Supergiant Games mergulha-nos novamente nas profundezas dos Infernos com uma sequela que supera todas as expectativas. Acabou-se o príncipe rebelde Zagreus a tentar fugir, agora é a vez de Melinoé , a Princesa imortal dos Infernos, feiticeira e guerreira, numa missão para matar o próprio Titã do Tempo: Cronos. Mas Hades II não é uma simples sequela. É uma revolução temática. Onde o primeiro jogo celebrava a força bruta e a rebeldia adolescente, este segundo opus explora a feitiçaria ancestral , a disciplina, o dever familiar e as sombras místicas. A atmosfera é mais sombria, mais lunar, assombrada pela magia de Hécate e pelas conspirações do Olimpo. Ao contrário de Zagreus, que procurava fugir do inferno familiar, Melinoé procura salvá-lo. Esta inversão das questões muda tudo. O jogo já não é uma corrida desenfreada até à superfície, mas um mergulho estratégico até às raízes do mal. O Titã do Tempo, Cro...
Hades II: O Triunfo da Feitiçaria e do Mito Com a chegada de Hades II , a Supergiant Games não se limita a repetir uma proeza; o estúdio redefine o género do roguelike narrativo. Se o primeiro opus era uma odisseia punk-rock sobre a família disfuncional, esta sequela é uma tragédia sombria e fascinante sobre o tempo, a memória e a magia. De Zagreus a Melinoé: Uma Mudança de Paradigma A passagem de testemunho entre Zagreus e a sua irmã Melinoé marca uma viragem radical. Zagreus era o fogo, o impulso, o sangue. Melinoé é a sombra, a disciplina, a magia. Ela não é uma fugitiva, mas uma assassina treinada desde a infância para uma missão impossível: matar o Tempo. Esta mudança reflete-se no gameplay, mais tático, baseado em mana e encantamentos, mas também na psicologia do jogo. Já não se procura escapar de casa, procura-se reconquistá-la. Hécate e a Reabilitação das Feiticeiras No coração de Hades II ergue-se a figura imponente de Hécate. Frequentemente relegada para papéis de vilã na cultura pop, ela é aqui restaurada na sua glória antiga: deusa das encruzilhadas, da magia e das fronteiras. Encarna a mentora severa mas amorosa, aquela que sabe que o conhecimento é o poder supremo. O jogo presta homenagem às tradições esotéricas, transformando a "feiticeira" numa figura de resistência e saber face à tirania bruta de Cronos. "A magia não é um dom, é uma disciplina. E a disciplina é a única coisa que o Tempo não pode corroer." — Hécate (interpretação livre) A Mitologia Grega sob uma Nova Luz A Supergiant continua a explorar figuras menos conhecidas do panteão. A própria Melinoé é uma divindade obscura dos hinos órficos, associada aos pesadelos e à lua. Nêmesis, a encarnação da retribuição divina, lembra-nos que a justiça nem sempre é suave. E Ulisses, longe da sua epopeia homérica, surge aqui como um veterano cansado mas sempre tão astuto, servindo de conselheiro tático. Uma Banda Sonora que Assombra Impossível falar dos jogos Supergiant sem mencionar a música de Darr...
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